25 de out de 2013

Resenha - Cidades de papel.

Olá,
   resenha do livro Cidades de papel de John Green.


Autor: John Green
Páginas: 361
Editora: Intrínseca

Sinopse:

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.

Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.

Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Resenha:

Cidades de papel começa nos apresentando Quentin Jacobsen que na infância brincava com Margo, mas aos 9 anos os dois encontram um corpo em um parque onde brincavam e após descobrir o nome e o que aconteceu ao homem algumas coisas mudam.
Ao longo dos anos no ensino médio Q se torna um nerd com poucos amigos enquanto Margo se torna muito popular. Q se apaixona por Margo e Margo nem mesmo fala direito com ele, mas isso muda quando Margo aparece em sua janela convidando-o para ajuda-la em um plano vingativo contra seu ex-namorado e Q aceita.
Durante a noite os dois completam a lista de Margo e acabam se aproximando. No dia seguinte Q vai para a escola pensando que tudo iria mudar tudo seria melhor, mas Margo desaparece como já havia acontecido antes. 
Margo sempre deixa pistas quando desaparece e dessa vez fica claro que quem deve procurar Margo é Quentin. 

Um livro divido em partes, cheio de metáforas que se aplicam ao nosso dia-a-dia e narrativa fácil como na maioria dos livro de John. Não fica muito atrás dos melhores livros dele.

Frases: 

"Meus dias tinham uma agradável uniformidade. E eu sempre gostei disso [...] Não queria gostar, mas gostava. E assim, o cinco de maio poderia ter sido um outro dia qualquer – até pouco antes de meia-noite, quando Margo Roth Spiegelman abriu a janela sem tela do meu quarto pela primeira vez desde que me mandara fechá-la nove anos antes."

"- Nada acontece como a gente acha que vai acontecer - disse ela.
- Verdade - digo - mas, se você não imaginar, as coisas sequer acontecem…"

"Quando descobria que ela estava prestes a chegar eu sempre ficava muito nervoso, pois ela era a criatura mais fantasticamente linda que Deus já havia criado."




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