30 de out de 2013

Resenha - O teorema Katherine

Olá,
   hoje vou resenhar mais um livro de John Green, O teorema Katherine.


Autor: John Green
Páginas: 304
Editora: Intrínseca

Sinopse:

Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Resenha:

Colin Singleton ama anagramas, é garoto prodigio, tem dificuldade em se socializar e tem apenas um amigo: Hassan. Em mais um dia que deveria ser normal Colin leva um grande pé na bunda de sua décima nona namorada. Seu nome? Katherine, como todas as que vieram antes dela.
Após o término do namoro Colin vai para a estrada com seu amigo, acaba parando em Gutshot onde conhece Lindsey e começa a trabalhar em um teorema que determinará quanto tempo um relacionamento durará e também quem será o Terminante e o Terminado.

O livro tem personagens inteligentes e bem construídos, uma narrativa tipica do tio Green. Uma leitura gostosa e fácil, como disse bem ao estilo John Green.

Frases:

“É possível amar muito alguém. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir.”

“Alguma vez você já se perguntou se as pessoas gostariam mais ou menos de você se pudessem vê-la por dentro? Sempre me pergunto isso. Se pudessem me ver do jeito que eu me vejo, se pudessem viver nos meus pensamentos, será que alguém, qualquer pessoa, me amaria?”

“Eu serei esquecido, mas as histórias ficarão. Então, nós todos somos importantes — talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.”

“Então ficou deitado ali imaginando se o seu pesar pararia, e repetiu mentalmente a já decorada mensagem, e quis cair no choro, mas em vez disso sentiu apenas uma dor no plexo solar. Chorar é algo a mais: é você mais as lágrimas. Mas o sentimento que Colin carregava era um macabro choro ao contrário. Era você menos alguma coisa. Ele ficou pensando naquela expressão — para sempre — e sentiu uma queimação logo abaixo da caixa torácica. Doía como a pior surra que já tomara. E ele já havia tomado muitas.”


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