18 de out de 2013

Resenha - Will & Will

Olá,
   hoje a resenha é de mais um livro de John Green, Will & Will - Um nome, um destino.


Autor: John Green e David Levithan.
Páginas: 352
Editora: Galera Record

Sinopse:

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.

Resenha:

Will Grayson (o que é escrito por John Green) é amigo de Tiny Cooper, um menino gay, muito expansivo com quem Will estuda. Tiny tem o desejo de fazer um musical sobre si mesmo. 
Já Will Grayson (o que é escrito por David Levithan), amigo de Maura, é depressivo, irônico, tem pensamentos negativos e mora somente com sua mãe. 
Até que um dia Will conhece Will e seus destinos se cruzam. O Will depressivo conhece os amigos do outro Will e depois desse encontro os dois passam por muitas mudanças. 

Não posso falar muito da história, pois se tentasse acabaria dando vários spoilers. 
O livro tem o ponto de vista dos dois Will e pra quem já conhece os dois autores será fácil identificar quem escreveu qual Will. Tiny (amigo do primeiro Will) acaba se tornando um personagem muito importante para a história e importante também para os dois Will.
O livro aborda o amor em suas diferentes formas e maneiras de se manifestar.

Frases: 

“No que diz respeito a vida, prefiro o silenciosamente desesperado ao radicalmente bipolar.”

"Estamos sempre tendo essa conversa. mas, se você continuar se concentrando no porquê de tudo ser tão difícil pra você, nunca vai perceber como poderia ter sido fácil."

“A verdade pura e simples. Raramente é pura e nunca simples de fato. O que um garoto pode fazer quando mentira e verdade são ambas pecado?”

“Não digo bom-dia. Acredito que essa seja uma das expressões mais imbecis já inventadas. Afinal, você não tem a opção de dizer mau-dia ou horrível dia ou não-dou-a-mínima-pro-seu-dia. Todas as manhãs, espera-se que seja o início de um bom dia. Bem, eu não acredito nisso. Acredito contra isso.”


Um comentário:

  1. Estou louca para ler. É a primeira resenha que leio sobre o livro, parece ser muito bom.
    beijinhos!
    http://tears-inthedark.blogspot.com.br/

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