5 de mar de 2017

Coluna do Té - Resenha: Fuuka (Anime)

Saudações, amados leitores! Finalmente, o blog está de volta. A pausa foi grande, a volta talvez um pouco vagarosa, mas estamos voltando! E hoje trago mais um anime que quero apresentar a vocês, e no maior ânimo com a surpresa que tive ao conhecer: Fuuka! Então divirtam-se e depois conversamos mais.


Título: Fuuka.
Autor: Aoi Akashiro.
Estúdio: Diomedéa.
Ano: 2017.
Número de episódios: Não sei, ainda estão lançando. Tem 9, por enquanto.
Nível de lindeza: NOSSA


Fuuka conta a história de Yuu, um menino que, durante a infância, foi o melhor amigo da Koyuki. Ambos, apaixonados pela mesma banda, tinham o sonho de viver da música, até que de um dia para o outro, Koyuki mudou-se e os dois perderam contato. Anos depois, Koyuki havia se tornado uma cantora nacionalmente conhecida, e Yuu sequer tinha aprendido a tocar baixo, como planejava na infância. Já no ensino médio, Yuu se muda para outra cidade e, ao transferir-se de escola, conhece Fuuka, uma menina que é completamente apaixonada pelas música de Koyuki. Sem saber que Yuu conhece sua ídola, Fuuka passa por um momento de indecisão quanto ao seu futuro, e sua paixão pelas músicas de Koyuki a inspira a seguir carreira musical, convidando Yuu para montar uma banda. Mas, depois de todo esse tempo afastados, Koyuki consegue recuperar o contato de Yuu, que agora estava morando na mesma cidade da amiga de infância, e o reencontro acaba vindo acompanhado de surpresas que envolvem suas vidas e carreiras artísticas.

Yuu e Koyuki, na infância e no reencontro. Koyuki tem olhos vermelhos e eu amo isso.
Chega a ser difícil resumir esse anime sem dar muitos spoilers por ter uma história repleta de ocorrências que te prendem mais a cada episódio. De início, me interessei por se tratar dum assunto que amo, que é a música. Mas assim que comecei a assistir, vi que também puxava um pouco pro lado de relacionamentos. Se não me engano, é o primeiro anime nesse estilo que eu assisto com tanta vontade, mesmo tendo temas bem incomuns para mim. Além de se passar num universo bem moderno, por ser um anime de 2017. Prova disso é a mania de Yuu de publicar praticamente tudo que ocorre em seu Twitter, a todo instante, em todo lugar, numa frequência que chega a dar agonia. Conseguir fazer um anime que foge tão pouco da realidade se manter tão interessante é raro.

Nunca deixa sua família te achar na internet. Eles vão saber o que o resto do mundo sabe.
Alguns dos personagens do anime mudam repentinamente de personalidade, o que acaba garantindo surpresas a todo instante. A própria Fuuka é introduzida como uma pessoa mais antipática e esquisita, por ser a única a não ter um celular e viver se isolando para ouvir músicas em CD's, até que começamos a conhecer seu lado mais amigável e extrovertido. Com o tempo, outros personagens começam a integrar a banda, tendo Fuuka como vocalista, Yuu como baixista e mais três integrantes, que prefiro não revelar os nomes para preservar as surpresas, além de personagens que vêm a se revelar artistas que ouvimos falar algumas vezes durante a história. Entre membros da banda e outros musicistas que acabam integrando o enredo, parece estar bem equilibrado entre homens e mulheres, tendo também (pelo menos) um personagem gay.

Mais algumas pessoas "aleatórias" procês.
Algo que me incomodou bastante foi a animação dos instrumentos sendo tocados. Qualquer um que entenda o mínimo a respeito consegue reparar que os movimentos dos personagens não estão nada sincronizados com a música (bem longe disso, aliás), e isso pode incomodar um tanto para quem é mais perfeccionista, considerando que vão sempre aparecer pessoas tocando algo. Mas as músicas são boas o suficiente pra gente conseguir desviar um pouco da atenção pros ouvidos nesses momentos e curtir o som. Em sua maioria, seguem um estilo animado, algo puxado para rock, com exceção de algumas músicas românticas de Koyuki, mais tristes e melancólicas.

Momento em que você evita ao máximo olhar pras mãos e pra guitarra.
Mas, por estranho que pareça, o que mais me prendeu na história não foi a parte das bandas, mas sim as intrigas. A principal delas envolvendo Yuu, Fuuka e Koyuki, e, perdoem o pequeno spoiler, mas ainda não sei para onde mirar minha "shippagem". Principalmente se você assiste o "pós créditos", todo episódio termina te seduzindo a assistir o próximo. O que me lembra que eu comecei o anime pensando que teria só esses nove episódios, e só ao terminar os nove percebi que ele ainda está sendo lançado. Mesmo assim, já me conquistou o suficiente para me trazer aqui e compartilhar a experiência com vocês, e, por que não, convidar a acompanhar também!

Um cadiquinho de fofeza pra fechar bonito!
Vamos terminando por aqui, com muita felicidade por estar matando essa saudade de blogar com vocês, queridos leitores. As novidades estão sendo preparadas, se derem certo, serão lindas de doer. Enquanto isso, não deixem de procurar pelo anime, pode ser que eu faça mais coisas que o envolvam após a resenha. aZeus a todos e até a próxima!

-Té.


Página 394 no FaceBook: facebook.com/BlogPagina394

Nenhum comentário:

Postar um comentário