18 de dez de 2014

Resenha: O Dom (Maratona Literária #EuTôDeFérias)




O Dom
 Bruxos e Bruxas: O Dom

James Patterson e Ned Rust
Novo Conceito
Ano de 2013; 288 páginas

Preço: R$ 15,00 até R$ 30,00

Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.

Resenha:



Possíveis spoilers sobre o livro anterior.

Um pouco melhor que o anterior, porém ainda não chega a ser bom. Já no começo do livro é difícil entender o que está acontecendo, não lembrava muito bem do primeiro livro e fui correndo ler os capítulos finais, a verdade é que não adiantou, depois de um tempo de leitura as coisas foram se encaixando.

"Imagine tudo o que você mais ama no mundo - e nem da valor - esteja banido. Seus livros, músicas,filmes, arte ... tudo arrancado e levado para longe. Queimado." 

No decorrer desse livro existem mais cenas de ação e perigo, e os irmãos Whit e Wisty parecem sair de uma confusão apenas para entrar em outra, e isso faz esse livro ser mais interessante que o primeiro da série. Porém continuamos com a missão de imaginar tudo que é realmente importante, o autor coloca toda informação desnecessária e durante a leitura ou você imagina ou ficará confuso.
Wisty e Whit agora já sabem que tem poderes e nesse livro isso é bem aproveitado, eles desenvolvem os poderes e vemos eles se descobrindo. Até mesmo o Único que é o Único aparece mais e seus poderes também são aproveitados.

"Talento e paixão. É por isso que assustamos tanto a N.O., não é? É isso que temos e eles não têm. Nós temos esse dom."

Esse livro é, para mim, uma dúvida. Algumas vezes ele parece ter um ótimo enredo, uma ideia maravilhosa, mas enquanto leio só consigo pensar o quanto ele parece mal desenvolvido.
Quanto a distribuição do livro, continua a mesma coisa, capítulos pequenos, com narradores diferentes para cada um deles, facilitando a leitura. Disse que há narradores diferentes, porque nesse livro não são apenas os irmãos que narram a história, o Único e Byron também contam a história.
Infelizmente toda essa história de Único que é o único, Único que bane livros e outros únicos só colabora para que o livro fique cada vez mais infantil e não só isso, quando Wisty narra a história ela parece muito mais uma criança querendo chamar atenção do que a líder de uma revolução.

"Será o começo do fim? Ou simplesmente o fim?"

Não é um livro que consigo levar a sério, ele parece ter muito mais a intenção de fazer rir ou ser uma distração do que chamar a atenção do leitor, o livro é fraco, com certeza não e uma obra que se espera de um autor que foi considerado um dos melhores




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Um comentário:

  1. Oiii, tudo bem??? Morro de vontade de ler essa série, mas só ouço críticas negativas :(
    O que é uma pena, pois a premissa é muito bacana =D
    Beijooos
    http://profissao-escritor.blogspot.com.br/

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